Sintra foi sempre, ao longo dos tempos, uma zona aprazivel, quer para viver, quer como estância de férias e lazer.
Já Lord Byron se referia a Sintra como The Glorious Eden.
Sintra ficou na História por muitos motivos.
Primeiro, como ponto estratégico militar.
Depois, como lugar de lazer da monarquia portuguesa.
Finalmente como lugar com importância histórica e cultural.
Eça de Queirós referiu-se na sua obra literária, por mais de uma vez, a Sintra.
O mesmo aconteceu com Fernando Pessoa.
No entanto, Sintra, foi perdendo ao longo do tempo, toda a "aura" mística e histórica que a caracterizava.
A Linha de Sintra é o maior eixo urbano de região de Lisboa, e interesses vários, levaram a que a urbanização do Concelho se fizesse de forma anárquica, e sempre tendo como referência, interesses económicos que são incompatíveis com o interesse de Sintra
O urbanismo foi feito de forma anárquica e sempre tendo como objectivo o "mercantilismo" dos impostos locais.
Um prédio paga IMI.
Uma árvore não paga.
Em caso de dicidir sobre "prioridades" há dúvidas ?
Não há! Dá-se prioridade ao prédio e os espeços verdes que se lixem, porque não pagam impostos.
Fernando Seara tem sido uma "nódoa".
Mas não é o único.
Edite Estrela foi também uma nódoa.
Desde o 25 de Abril de 1974, presidentes atrás de presidentes; PS e PSD alternando na presidência da Câmara, nunca nenhum destes dois partidos, contribuiu em nada, para o desenvolvimento de Sintra e seu concelho!
De ano para ano, Sintra tem-se degradado progressivamente! Cada vez há mais urbanismo selvagem e descaracterizado!
Cada vez há menos, daquilo que Sintra era e já deixou de ser há muito!
Tudo por casa destes...